Passam hoje 7 anos sobre a morte de António Carlos Fernandes de Medeiros, que foi 1º. cabo operador-cripto da CCS do Batalhão de Cavalaria 8423. Foi a 10 de Abril de 2003, aos 51 anos, de doença. Era do Porto e já não está connosco.
Foi lembrado no Encontro dos Cavaleiros do Norte, de 12 de Setembro de 2009, e o seu passamento faz-nos lembrar quanto de passageira é a nossa vida terrena, que quantas vezes nem saboreamos e valorizamos bem. Dele lembro, o ar sempre sereno, sempre sério e afável, sempre me parecendo cúmplice (por responsável) com a nobreza da missão que desempenhava.
A família, se nos lê, que receba o abraço solidário dos Cavaleiros do Norte - neste comentário de saudade que editamos constrangidos, por ser portador da dor e do luto da morte. Até, Medeiros! Até à ressureição!
Foi lembrado no Encontro dos Cavaleiros do Norte, de 12 de Setembro de 2009, e o seu passamento faz-nos lembrar quanto de passageira é a nossa vida terrena, que quantas vezes nem saboreamos e valorizamos bem. Dele lembro, o ar sempre sereno, sempre sério e afável, sempre me parecendo cúmplice (por responsável) com a nobreza da missão que desempenhava.
A família, se nos lê, que receba o abraço solidário dos Cavaleiros do Norte - neste comentário de saudade que editamos constrangidos, por ser portador da dor e do luto da morte. Até, Medeiros! Até à ressureição!

Não sabia que tinha morrido e fico trise pois era um amigo, embora muito metido com ele mesmo...
ResponderEliminarO blogue também tem estadesvantagem de nos trazer estas notícias tristes.
Um abraço para todos os cavaleiros do norte
Era um tipo fixe mas lá chegou a hora dele e á-de chegar a nossa.
ResponderEliminarLamento o desaparecimento deste ex-combatente! Eu estive no B.C.2874-C.Caç. 2510, em 69/71. Fiz fogo pela primeira vez na ponte do Dange, creio que em Out. 69, pois estavamos a alargar e alcatroar a picada que partia da confluêcia Dange/Luíca para o Zemba, onde estava a sede do meu batalhão. Nós estvemos em Cambamba, a 25 Km. de Vista Alegre.Iamos a Quibaxe reabastecer. Um abraço para todos do ex-enf. Abílio C. Silva
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