BATALHÃO DE CAVALARIA 8423. Os Cavaleiros do Norte!!! Um espaço para informalmente falar de pessoas e estórias de um tempo em que se fez história. Aqui contando, de forma avulsa, algumas histórias de grupo de militares que foi a Angola fazer Abril e semear solidariedade e companheirismo! A partir do Quitexe, por Zalala, Aldeia Viçosa, Santa Isabel, Vista Alegre, Ponte do Dange e Songo! E outras terras do Uíge angolano, pátria de que todos ficámos apaixonados!
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
O Fonseca que veio de férias e não voltou ao Quitexe
domingo, 16 de agosto de 2009
O carneiro apanhado quando se ia buscar os aerogramas..
Modelo de aerograma usado na correspondência dos militares
Até aqui tudo bem, mas eram passadas apenas duas horas já eu estava a ser procurado para ir buscar o correio no dia seguinte. Lembrei-me do Raul Solnado e da sua ida à guerra. Eram precisas balas para a G3 e eu não tinha. Fui então ter com o (ex-alferes) Hermida para me dar instruções e fornecer as munições que eu não tinha. Depois de as obter, no outro dia, lá fui para Carmona buscar o correio, tão esperado por todos.
Por isso digo: saudades do Quitexe e de todos os colegas. Um grande abraço para todos.
sábado, 15 de agosto de 2009
A malta reunida em Leiria e o homem que veio de motorizada
A 1 de Junho de 1996, as quatro companhias do Batalhão de Cavalaria 8423 confraternizaram no Barracão (Leiria), reunindo-se cerca de 400 pessoas - entre antigos militares e famílias. Foi a última vez que nos achámos de saudades com o cabo Vicente e o soldado Leal, ambos do PELREC - entretanto falecidos.
Desse dia recordo também o feito notável (e provavelmente irrepetível...) de um companheiro que, para lá estar, fez mais de 400 quilómetros de motorizada. Sozinho! «Tinha de estar, tinha de estar...», dizia e repetia ele, com os olhos a rir de alegria. Ainda hoje acho isso verdadeiramente extradordinário!
A CCS, entretanto, voltou a reunir a 27 de Setembro de 1997, num encontro organizado pelo (furriel) Monteiro. Ver AQUI. Volta a reunir a 12 de Setembro de 2009, na Estalagem da Pateira, em Fermentelos (Águeda).
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Os afectos que nasceram e se multiplicaram no Quitexe

Afectos que bem se vêm aqui, nesta foto tirada mesmo em frente à oficina-auto. Estão ali uns rapazes, na verdura dos 21 para 22 anos, a olhar embebecidos um bebé seguro no conforto de uma alcofa acadeirada. Quase sem saber como lhe pegar (não se fosse fartir o «vidrinho»...), está o Malheiro. E reparem no brilho dos olhos dos que olham!
Sobra saber quem é o bebé-mascote? É o Ricardo, hoje homem dos seus 35 anos, filho do alferes (engº.) Cruz.
É o engº. Cruz quem faz a legenda:
«A contar da direita , o condutor Pereira (?), penso que foi um dos que me acompanhou, no transporte de umas viaturas a Luanda, numa aventura inesquecivel; o furriel Machado, sempre atento, o 1º.. cabo Gasolinas... (como é que me esqueci do nome ! ), o 1º. cabo Porfirio Malheiro com a mascote (o meu filho Ricardo ) e o condutor... , dos mais certinhos , como é que se chamava?».
Clicar na imagem, para a ampliar.
- CRUZ. António Albano Araújo de Sousa Cruz, alferes miliciano mecânico-auto, de Fafe.
- MACHADO. Manuel Afonso Machado, furriel miliciano mecânico de armamento, natural de Covelo do Gerez (Montalegre), residente em Braga.
- MALHEIRO. Porfírio Tomas Malheiro de Jesus, 1º. cabo de manutenção de material.
- GASOLINAS. João Fernando Carvalho Dias Monteiro, 1º. cabo de combustíveis e lubrificantes, do Porto.
- PEREIRA. Alípio Canhoto Pereira, soldado condutor, de Belmonte.
- CONDUTOR. Anónimo, quem se lembra do nome?
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
4 - Pensamentos (de três furriéis) quitexanos
Não há volta a dar-lhe: os furriéis de Operações Especiais (Ranger´s) armavam-se na cintura, descontraíam emoções e corriam picadas e asfaltos do Uíge, fosse para onde fosse, escoltados e escoltando-se no sempre corajoso PELREC, a ordems e/ou comando do alferes Garcia. Lá iam eles, para Carmona, Negage, Aldeia Viçosa e Vista Alegre (comodamente, no alcatrão), Zalala, Liberato, Luíza Maria (e outras, tantas outras fazendas), Santa Isabel, Baixa do Mungage, Serra do Vambe, Pedra Verde, fosse por onde fosse. Cliquem na foto, para verem melhor as carinhas deles! E o que dizem e pensa(ra)m em terras do Quitexe!quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Brincadeira e fotos felizes no parque-auto do Quitexe...

Gente do Parque-Auto, divertida da silva. Logo aqui à esquerda, o condutor... Silva (o «Senhor de Matosinhos»)! Seguem-se, e quem os recorda é o alferes Cruz, seguem-se o furriel Morais («Grande parceiro!...»), o próprio alferes (gente do alto, digo eu!), o 1º. sargento Aires («Com muita paciência para nos aturar...»). Em segundo plano, o condutor Bigodes (e o nome ?), o 1º. cabo Porfírio Malheiro («Que nos reabastecia...»), o 1º. cabo Domingos Teixeira (de bigode, quem «tinha sempre tudo muito bem estofadinho...»), e os outros dois «já não vou lá...».
Destes, conheço um: o 1º. cabo Almeida, atirador de cavalaria, o da direita, já falecido. A espreitar, de óculos, está o Cuba.
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Saudades de quatro bravos cavaleiros do PELREC do BCAV 8423

- HIPÓLITO. Augusto de Sousa Hipólito, 1º. cabo atirador de cavalaria, natural de Vinhais e residente em França.
Em baixo:
- GARCIA. António Manuel Garcia, alferes miliciano de operações especiais, natural de Pombal de Ansiães (Carrazeda de Ansiaes). Faleceu num acidente de viação, em 1979 (ou 80), era agente da Polícia Judiciária.
- LEAL. Manuel Leal da Silva, soldado atirador de cavalaria, de Caxaria (Pombal), faleceu em Maio de 2007.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
3 - Pensamentos (sobre) quitexanos
Amores houve que o Quitexe ampliou, embora com as saudades cozinhadas nas distâncias que os bem medidos 8 000 quilómetros separaram em 1974 e 1975. Os casamentos do Monteiro (e da Nani, ou Fernanda Queirós) e do Neto (e da Ni, ou Eunice Santos) são disso um bom exemplo! Aí estão elas, coxixando afectos e evocando os tempos em que eram mais sonhadoras! A maturidade deu-lhes certezas!
domingo, 9 de agosto de 2009
Oficiais do Batalhão de Cavalaria 8423 no Quitexe

Os oficiais da CCS incluíam, naturalmente, os de carreira - com funções de comando e respectiva hierarquia. Para além dos milicianos de que ha dias aqui falámos. Hoje, por gentileza do (então alferes) engº. Cruz, temos o gosto de aqui recordar alguns deles.
Da esquerda para a direita:
- TENENTE LUZ: Acácio Carreira da Luz, Chefe da Secretaria do Comando. Atingiu a patente de capitão (pelo menos). Reside na Marinha Grande.
- ALFERES RIBEIRO: Jaime Rodrigues Picão Ribeiro, alferes miliciano sapador, engenheiro mecânico, reside no Tramagal.
- ALFERES HERMIDA. José Leonel Pinto de Aragão Hermida, alferes miliciano de trasmissões, engenheiro, reside na Figueira da Foz.
- TENENTE MORA: José Eloy Borges da Cunha e Mora, tenente e 2º. comandante da CCS. Residia em Lisboa.
- ALFERES CRUZ. António Albano Araújo de Sousa Cruz, alferes miliciano mecânico-auto, engenheiro mecânico, reside em Santo Tirso.
- CAPITÃO OLIVEIRA. António Martins de Oliveira, capitão e comandante da CCS. Foi, mais tarde, como major, director do DRM de Aveiro.
- TENENTE CAMPOS. Parece-nos ser o tenente miliciano médico António Honório de Campos. Alguém pode confirmar?
- CAPITÃO LEAL. Manuel Soares Cipriano Leal, capitão miliciano médico, reside em Fafe.
O grupo de oficiais do Quitexe incluía o tenente coronel Almeida e Brito (comandante) e os alferes milicianos Almeida (reabastecimentos) e Garcia (operações especiais).
sábado, 8 de agosto de 2009
Amores secretos e pratos e pratos de bacalhau afrodisíaco...
O lobo e a carochinha ficaram amigos e brincavam até muitas… muitas vezes!... Andavam tão felizes que era de partir o coração!!!
Não sei porquê, mas eu cá achava que o lobo andava a pisar terreno movediço e que aquela obsessão doentia iria acabar mal!
A certa altura correu o boato que o bacalhau era um alimento afrodisíaco! O lobo, acreditando, não esteve com meias medidas – toca de lhe oferecer quilos atrás de quilos! Era bacalhau a rodos!
Um dia, a carochinha macho ao chegar do trabalho e farta de tanto bacalhau, zangou-se e pediu explicações sobre a repetição constante da ementa caseira. Desconfiada, colocou em acção os seus instintos e zangou-se com a sua carochinha fêmea! Mas zangou-se mesmo muito!!!...
Respondendo aos seus instintos mais primários, perdeu a cabeça e resolveu fazer a sua justiça! “Voluntarioso” como era, vai daí, pegou na G3 e, desorientado, dirigiu-se à rua de baixo, ali bem para os lados da secretaria!... Vociferou tudo o que lhe ia na alma, descarregando todos os adjectivos mais “baixos”do vocabulário!
Queria defender a sua honra e era para isso que ali estava! Mas, afinal, onde estava o lobo?! Será que se tinha refugiado nas matas?! Nada disso!!!
Ele estava bem ali, hirto e de peito feito, mas dentro do Comando e bem longe do raio de acção!
A alta patente. sim!!! Essa desceu à rua, e de dentro de uma personalidade impressionante, saíram poucas palavras mas que terão sido incisivas.
Rodeado dum silêncio sepulcral, a carochinha macho baixou a G3 e rumou para o seu doce lar onde, quem sabe arrependida e a jurar amor eterno, a aguardava a carochinha fêmea!!!...
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
A região do Quitexe nos anos 61 e 62 do século XX
O Quitexe em 1961 (foto de João Garcia)Anteontem, à conversa de café, fiquei a saber que outro conterrâneo ribeirense passou por terras do Quitexe - Quitexe, Zalala, Zala, Quipedro, Santa Isabel, Aldeia Viçosa, Dange, Nambuangongo, Liberato, Santa Eulália, entre outras terras-mártires do norte de Angola, nos anos 61 e 62 do século passado: José Oliveira Martinho, agora aposentado da PSP.
Narrar aqui os dramas dos grupos de militares que, a esse tempo, enfrentaram as dificuldades do chamado terrorismo, é como chamar paraíso ao período que por lá passámos. Direi que andaram nove meses sem se deitarem numa cama, sequer num colchão. Que desbravaram picadas e construíram pontes, invadiram «aquartelamentos», limparam suor feito de sangue dos rebentamentos de bombas e minas, do deflagrar de granadas, do efeito mortífero de rajadas..., que sei eu?!
Natural de Tarouca, apaixonou-se por Angola, por lá ficou, entrou na PSPA, casou com a Maria Emília (ela, daqui...) e regressou em 1975, progrediu na carreira e chegou a dirigir a Secção de Justiça da PSP de Aveiro, durante 11 anos. É secretário da Assembleia de Freguesia de Ois da Ribeira e perguntar por ele, por aqui, é perguntar pelo homem dos pombos! É columbófilo «doentio».
- PSPA: Polícia de Segurança Pública de Angola.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Furriéis do Quitexe à meia-dúzia!....
O grupo de furriéis da CCS do BCAV 8423 era bastante heterogéneo. «Havia de tudo...», como se diz. O Cruz, era o mais velho - já então com a «farta» idade de 22 para 23 anos (nasceu em 1951). quarta-feira, 5 de agosto de 2009
O Zé Marques na Fazenda do Liberato...
Quitexe era o nosso pequeno-grande mundo, o centro das nossas vidas, num tempo em que, em Portugal (continental) se incendiavam paixões e exageros revolucionários. Chegáva-nos o Expresso e o Jornal de Notícias dos fins de semana e cada edição era uma surpresa. E nem sempre a melhor!
Por lá, entre patrulhas, escoltas e operações militares, lá íamos nós pendurando o nosso tempo no calendário. Houve notícia do levantamento de uma mina anti-carro, numa picada para os lados do rio Calambinga e da realização de contactos directos com o IN, nos lados de Vista Alegre. Havia, por esse tempo, a convicção de que as actividades de guerilha iriam acabar, depois da proclamação do Presidente António Spínola - sobre o direito à auto-determinação e independência dos territórios ultramarinos - mas a verdade é que, nunca fiando, o melhor era aprudentarmos as nossas actividades. E assim foi feito, com redobrados cuidados.
A 22 de Agosto conheci a fazenda do Liberato - onde estava CCAC 209, principalmente formada por angolanos, com furriéis e oficiais milicianos idos de Lisboa. O PELREC escoltava o comando de batalhão, para reuniões com os responsáveis locais e depois de passarmos por Vista Alegre.
Soube mais tarde, já em Portugal, que estava lá o Zé Marques, do Caramulo, meu companheiro de escola em Águeda. Que não vi! Lá, ele era o furriel Oliveira, amanuense, e por uma qualquer razão não me cruzei com ele nos pares de horas que por lá estive. E mesmo perguntando eu se por lá estava alguém de Águeda, a verdade é que ele (ou outros) responderia sempre que era do Caramulo. Perdi o gosto de o abraçar!! Ainda hoje, na Caixa Geral de Depósitos (onde ele trabalha) falámos do Liberato e do regresso dele a Portugal - chegando a casa na véspera de Natal de 1974.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
A morte de dois civis brancos, emboscados numa picada
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
domingo, 2 de agosto de 2009
Os futebolistas do Parque-Auto que foram à guerra...
A imbatível equipa de futebol do Parque-Auto da CCS do BCAV 8423. Nunca perdeu um jogo, no estádio do Quitexe. E não se sabe se alguma vez ganhou algum - o que, para o caso, também pouco interessa.A história vem-nos aqui contada pelo Frangãos - que só se conhece a ele (pelo nome), lembrando-se dos outros pela arte que (des)envolviam no Parque-Auto: o ferramenteiro, o ????, o Frangãos, ele mesmo (conhecido por Cuba, a do Alentejo, aqui sem óculos), o carpinteiro, condutor, o ?, o pintor (em cima) e, em baixo, o gasolinas, o mecânico, o condutor, outro condutor, o bate-chapas e condutor.
Conta o Cuba: «Foi tudo arranjado à pressa, berliet a trabalhar, equipamento o melhor que foi possível arranjar e lá fomos nós à procura do resultado que nos desse a vitória!!??
A equipa não foi um primor de técnica, mas voluntoriosa na aplicação e empenho não faltou. Além de uns pontapés na bola, também os nossos adversários, uma equipa na negros, se ficaram a queixar das pernas. Finalizando, tudo decorreu dentro do espírito das nossas forças armazenadas».
Agora vou eu, que tenho a mania de fixar caras, tentar decobrir: Teixeira(esfofador), o Malheiro, o Cuba, o Marques (carpinteiro), Pereira (condutor), Gaiteiro (condutor) e Teixeira (o pintor, não o estofador). Em baixo, o Monteiro (Gasolinas), Pereira (mecânico), Celestino Silva (condutor),Gomes (condutor), Carlos Mendes (bate-chapas) e Miguel (?, condutor). Errei quantos? E quem nos ajuda a identificar as caras? Se calhar, o alferes Cruz ou o furriel Morais!!! Digam coisas!
PS: Ajuste de identificações com a ajuda do (furriel) Morais. Precisamos de ajuda para (bem) identificar os restantes.
sábado, 1 de agosto de 2009
A limpeza geral e o feijão furado na cozinha..
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Direito à auto-determinação e independência de Angola...

quinta-feira, 30 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Os companheiros oficiais milicianos do Quitexe
Alguma coisa me andava a escapar nesta jornada de fazer saudades do Quitexe - e da nossa tropa, a última da vila angolana do norte... - era ter as caras dos nossos amigos, generosos e solidários oficiais milicianos. Os alferes!!!
Tirando o meu herói pessoal, o Garcia - bravo oficial dos «ranger´s» e comandante do PELREC, que tantas vezes já aqui apontei - todos eram algo mais velhos que nós e licenciados em engenharia. Os estudos académicos os levaram mais tarde ao verde do camuflado e à missão militar angolana. Todos gente do alto! A foto chegou-me agora, pela mão atenta do (alferes) engº. Cruz e para a história aqui ficam, da esquerda para a diireita:
- PEDROSA: Luís Manuel Pedrosa de Oliveira, alferes miliciano atirador de cavalaria, da 3ª. CCAV, em Santa Isabel. Mora em Marrazes (Leiria).
- RIBEIRO. Jaime Rodrigues Picão Ribeiro, alferes miliciano sapador, licenciado em engenharia, de 23 anos, reside no Tramagal.
- CRUZ. António Albano Araújo de Sousa Cruz, alferes miliciano mecânico-auto, licenciado em engenharia, 27 anos, residente em Santo Tirso.
- GARCIA- António Manuel Garcia, alferes miliciano de operações especiais (ranger´s), 21 anos, de Carrazeda de Ansiães (já falecido). Ver aqui: http://cavaleirosdonorte.blogspot.com/2009/04/o-alferes-garcia-e-o-4-de-maio-de-1975.html
- HERMIDA: José Leonel Pinto de Aragão Hermida, alferes miliciano de transmisssões, licenciado em engenharia, residente na Figueira da Foz.
Falta, da CCS, o alferes Almeida, que pode ser visto aqui:
http://cavaleirosdonorte.blogspot.com/2009/05/o-alferes-miliciano-almeida.html








